segunda-feira, 15 de julho de 2019

Passado, presente, Futuro

Que coisa estranha é o tempo! 

O passado não existe mais. 

O futuro é incerto. E o presente...

Curiosamente, nasce e morre ao mesmo tempo.

Paulo e Lauro Raful

segunda-feira, 1 de julho de 2019

O futuro que já é passado


Muitas inovações tecnológicas que eram futuras, hoje já integram o presente e estão sendo consideradas obsoletas em função dos algoritmos que integram seus elementos. Deste modo, que se cria se transforma em dados e, por consequência, geram inovações coletivas e praticidades virtuais. Eis, assim, o 5G em ação.
Desta maneira, o que é ou era ficção ou futurismo torna-se presente, criando questionamentos éticos tais como: ”isto foi inventado será utilizado de maneira positiva? O que se aprende no mundo da Educação contribui para a flexibilidade cognitiva daqueles que farão parte do mercado profissional? Quais as características necessárias pra os profissionais de 2025? Quais as qualidades e habilidades profissionais que estarão em alta dentro de mais alguns anos? Quais as novas profissões que dominarão o mercado profissional?”
Estas e outras questões permeiam a mente de todos que estão envolvidos no mundo da Educação e no mercado de trabalho atual nas diversas áreas profissionais. Isto porque há os que já se sentem obsoletos como profissionais, mesmo buscando acompanhar o ritmo inovador do mundo e outros porque sequer digeriram mudanças ocorridas nos últimos cinco ou dez anos.
Foto Google
Mas como o Brasil é de fato um país de contrastes ainda há possibilidade de acompanhar o frenesi das mudanças. Prova disso é que enquanto temos a cidade de Santa Rita do Sapucaí, no sul do Estado de Minas Gerais, com tecnologia de ponta, e temos na Baixada Fluminense, a cidade de Magé, que integra o Estado do Rio de Janeiro quem fique preso durante 45 dias pagando por um delito não cometido, em função da troca de letra do primeiro nome. A tecnologia em nada contribuiu neste último caso porque a burocracia impede o avanço e até mesmo que haja atenção e cuidado quando se lida com o ser humano. Se continuarmos assim, este país do futuro está fadado a manter-se como país do passado e, o futuro que já é passado, talvez chegue apenas e sempre um nicho de mercado, deixando a grande maioria na expectativa de um dia integrar-se a este mesmo futuro.
Regina Maria da Luz Vieira (RegiluzVieira)

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Um mês festivo


O mês de junho é um período que reúne santos famosos, alguns muito populares (Santo Antônio, São João, São Pedro e São Paulo) e outros nem tanto como São Luís Gonzaga (jesuíta). No Brasil, o período de festas juninas inicia-se no dia 13 de Junho, dia de Santo Antônio e se prolonga por todo o mês. Junina, na verdade vem de joanina, já que no dia 24, festeja-se o nascimento de São João Batista – denominado o Precursor – e segue até o dia 29 de junho, dia de São Pedro e São Paulo. Essas comemorações tiveram origens no século XII, na região da França.
São festas que incluem comidas e danças típicas e se prolonga por todo o mês. Junina, na verdade vem de joanina, já que no dia 24, festeja-se o nascimento de São João Batista – denominado o Precursor – e segue até o dia 29 de junho, dia de São Pedro e São Paulo. Essas comemorações tiveram origens no século XII, na região da França.
De acordo com os historiadores, a tradição de festa junina chegou com a colonização do nosso país pelos portugueses e teve influência cultural de diversos povos.  A primeira festa junina aqui realizada aconteceu no ano de 1603, em comemoração a São João, pelo Frade Vicente do Salvador, com a presença dos primeiros habitantes: os povos indígenas.
Foto Google Pixabay.com
A dança marcada veio da França, sendo uma característica típica das danças nobres, que no Brasil muito influenciou as quadrilhas. Já a tradição de soltar fogos de artifício chegou até nós vinda da China, região de onde teria surgido a manipulação da pólvora, para a fabricação de fogos. A dança de fita, muito comum em Portugal e na Espanha, teria vindo da Península Ibérica.
A tradição se mantêm mesmo no século XXI, nesta era digital, através de danças, comidas típicas, bandeirinhas coloridas e muitos festejos que envolvem elementos culturais de cada uma das diversas regiões brasileiras. Há forrós, leilões, bingos, fogueiras, casamentos caipiras, caracterizando um momento de confraternização comunitária e coletiva.

Regina Maria da Luz Vieira (Regiluzvieira)