domingo, 26 de junho de 2011

Ser grato - Uma lição a ser aprendida

Ser grato pelo ar que respiramos com facilidade; ser grato por termos uma visão que nos permite enxegar o sol, a chuva, o dia nublado, as pessoas, as flores.

Ser grato por aspiraro perfume exalado pelas flores, pelas árvores, pela terra em dia de chuva.

Ser grato por mais um dia e uma noite, enfim essas e tantas outras pequenas coisas, as quais só damos o devido valor quando por alguma fatalidade somos impedidos de vivenciá-las.

Ser grato inclusive por aquelas pessoas que cruzam o nosso dia a dia e nos fazem perceber nossas limitações e o quanto somos nada, sobretudo, num leito de  hospital quando em trudo e por tudo se necessita de cuidados específicos, tendo inclusive de confiar na capacidade e competência dos que ali atuam, ainda que nem sempre sejam tão competentes.

Por tudo isso, ser grato não é apenas uma postura, mas uma atitude interna diante da vida em suas mais variadas experiências. Essa tem sido a lição que venho aprendendo nos últimos meses...


Regina da Luz Vieira (Regiluz)

terça-feira, 10 de maio de 2011

Uma verdade

"O destino une e separa as pessoas
mas nenhuma força é tão grande
para fazer esquecer pessoas
que por algum motivo
um dia nos fizeram felizes."

Essas palavras carregam uma verdade imensa e que tanto podem traduzir alegria como tristeza, esperança e felicidade. Seja como for tais palavras nos ajudam a entender o quanto a vida é constituídda de momentos que devem ser experienciados de modo intenso e, assim, nos sentirmos sempre completos, com a certeza de que fizemos e demos o melhor de nós em cada situação.
Regina da Luz Vieira (Regiluz)

sábado, 30 de abril de 2011

As pequenas coisas fazem diferença

O dia a dia se constitui de pequenas coisas alegres, tristes, preocupantes, e que às vezes parecem absurdas, sem sentido. Porém, o modo como as encaramos é que dão o tom do momento e ao fim de mais uma jornada é possível sempre afirmar: ainda resta esperança!
O mundo, os lugares, as pessoas podem melhorar e, no caso do sistema de saúde no país também. No setor público isso se faz necessário em todos os aspectos; na parte privada faz-se necessário humanizar e preparar melhor aqueles que atuarão diretamente com os pacientes e os seus acompanhantes.
É urgente levar as instituições hospitalares a perceberem que não basta bons alojamentos (ninguém está ali para passar uma temporada de veraneio) é mais importante treinar todos que trabalham nesses locais para agirem de forma mais humanizante. Não basta só eficiência porque ninguém é robô ou máquina.
Atitudes condizentes com um espaço hospitalar onde o barulho em excesso, assim como o falatório e as risadas podem ser mais contidos, colaborando para um ambiente tranquilo e que de fato contribua para recuperar o paciente, oferecendo o mínimo de alívio também para quem o acompanha.
Mas o ser humano sempre pode modificar-se para melhor e como as instituições hospitalares constituem-se de pessoas é possível afirmar: as pequenas coisas, incluindo atitudes, sempre podem fazer a diferença positivamente.

Regina Maria da Luz Vieira (Regiluz)