domingo, 14 de outubro de 2018

Comemorar, celebrar, festejar

É sempre possível comemorar seja o aniversário ou casamento de um amigo ou conhecido; o nascimento de uma criança (filho, filha, sobrinhos, netos etc) ou um fato: aprovação no Vestibular, formaturas, fim de teses, obtenção de um novo cargo ou um novo emprego, enfim celebrar, festejar são partes constantes na vida de todo ser humano. Afinal a vida pulsa momento por momento, independente do querer de cada pessoa.
Fonte: Imagens bolos festivos Google
"Alegrar-se com quem se alegra", este é um ensinamento bíblico e que faz bem ao coração, principalmente, quando se tem poucos motivos para festejar e o fato de se alegrar com a alegria do outro pode contribuir para uma mudança interna e tornar a pessoa mais sensível às pequenas alegrias como uma flor que nasce em meio a lugares ou tempos insólitos, mudanças e quebras de paradigmas capazes de fazer reformularem os próprios pontos de vista sobre determinada situação.
Celebrar seja a vida recém-chegada ou as bodas de alguém são momentos específicos e marcantes para o grupo que se reúne e participa de data tão especial, fazendo memória de um tempo novo na vida daquele (s) ou daquela(s) que é o centro das atenções num dia específico. Quando se vivencia estas datas especiais a vida ganha novo sentido, o sol parece mais brilhante, a noite - ainda que fria -  se aquece em meio ao calor e alegria humana que transborda entre os participantes. Há, enfim, um colorido novo, vivo, e que leva-nos a dizer: este foi um feito especial, feliz, sublime, alegre. Viva a vida que explode de mil modos.

Regina Maria da Luz Vieira (RegiluzVieira)


quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Bondade Concreta

Esta notícia publicada no site "Só Notícia Boa" comprova a existência da bondade concreta. Veja o texto abaixo:


Um simples ato de gentileza pode parecer sem muito significado, mas o registro dele acabou criando uma onda de amor e crença de que o ser humano precisa imitar o que é bom, o que é puro.
O belo ato gentil de um garotinho com um idoso gerou essa esperança pelo Facebook. A cena tocou os corações de muitos na mídia social. A postagem é de Emma Cope e já tem mais de 55.000 curtidas e 26.000 compartilhamentos.
Emma é de Birmingham, no Reino Unido. Ela conta que estava saindo do seu carro quando ouviu um garotinho perguntar a um idoso se ele poderia carregar a sacola do homem.
Ela tirou uma foto rápida e postou a história comovente em sua página no Facebook . No post ela escreveu:
“Quando eu estava saindo meu carro hoje em Kingstanding [Inglaterra], eu ouvi esse garotinho dizer para um idoso, ‘posso te ajudar a carregar sua bolsa?’. Ele disse ‘oh sim por favor’ . O homem caminhou devagar e o garotinho andou ao lado dele e carregou sua bolsa!! Os pais deste jovem devem estar tão orgulhosos por educar um rapaz atencioso! Por favor, compartilhe isso para mostrar que a bondade ainda está aí !! ”
- Só Notícia Boa -

Fonte: Só Notícia Boa  - https://www.facebook.com/photo.php?fbid=10155969794148562&set=a.10151940437333562&type=3&theater

terça-feira, 4 de setembro de 2018

Era uma vez...Museu Nacional

Foto Google  Fachada do Museus após incêndio
Dizem que é agosto o mês do desgosto; entretanto, setembro ainda estava em seu segundo dia quando surge em todas mídias a notícia de um incêndio de grandes proporções devastando o acervo cultural do Museu Nacional, no Rio de Janeiro. Foram seis horas de um fogo devastador, deixando a mostra a despreocupação, para não dizer o descaso, que reina mais uma vez sobre a administração da coisa pública!!!
Foto Google  Visão panorâmica do Museu antes do incêndio
Chamas gigantescas destruíram não só o acervo, mas abalou a estrutura de um prédio bi-centenário fundado por D. João VI, em 1818. Ainda bem que esta tragédia não ceifou vidas humanas,  o que não impediu que a tristeza, indignação, revolta e perplexidade envolvesse todos que, direta ou indiretamente, se preocupam em preservar a cultura do país e parte da cultura mundial.
Ex-professores e ex-alunos, assim como ex-funcionários, pesquisadores de ontem e de hoje sentem-se enlutados, sem palavras que expressem a dor pela perda de parte central da História do Brasil e de parte do mundo.
Agora, depois do estrago feito, autoridades se apressam em garantir a reconstrução do prédio e restauração do que for possível. Mas, de fato, não será o mesmo patrimônio histórico tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) pois boa parte do acervo não é recuperável.
Foto Google O Museu antes do incêndio
Mais uma vez, aquilo que é historicamente tombado para preservar a memória e tem sua importância histórica, artística e cultural já reconhecida -, acaba tombando literalmente, ou seja, destruído, como é o caso não só deste museu, mas de outros patrimônios no país.
Diante desta situação surge a pergunta que não quer calar: até quando fatos como estes continuarão a assolar o Brasil? No que se refere ao Museu Nacional, tal fato é agravado pela inexistência de produtos químicos adequados para combater as chamas, além da falta de preservação até mesmo do próprio equipamento de uso dos bombeiros - mangueiras furadas e hidrantes sem água).
São situações como estas que contribuem para o descrédito nacional, a falta de cidadania e dignidade da população no que se refere a política nacional em todos os seus aspectos.
Por sua vez, estudantes do curso de Museologia da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro - UniRio - ainda no dia do incêndio se mobilizavam, a fim de tentar resgatar, ao menos, em foto, o acervo de mais de 20 milhões de itens destruídos pelas labaredas.

Regina Maria da Luz Vieira (RegiluzVieira)