sexta-feira, 15 de abril de 2011

Uma notícia diferente

Finalmente, um parlamentar assume uma postura de dignidade e adota medidas coerentes com as próprias convicções. Confesso que este fato lavou-me a alma, pois o referido deputado abriu mão de regalias, assumindo uma postura mais austera.
Isso lhe gerou inimigos, mas também contribuiu para divulgar uma imagem na mídia capaz de demonstrar que novos ventos  chegam ao parlamento e indicam mudanças positivas  na vida política nacional.
Diante dessa notícia, começo a acreditar que ainda há esperança para a classe política, pelo menos para as novas gerações, já que o político nebcuiinado tem apenas 38 anos.
Essa é uma notícia diferente, positiva e quem desejar inteirar-se do assunto basta acessar o link
http://noticias.uol.com.br/politica/2011/04/15/deputado-do-pdt-que-rejeitou-beneficios-cria-inimigos-na-camara.jhtm


 
Regina da Luz Vieira (Regiluz)

quinta-feira, 24 de março de 2011

Uma lição de sabedoria e confiança

Eis que neste mês quase findo mais uma tragédia se abate sobre o mundo: a destruição da parte norte da nação japonesa. Mas também nos chega uma lição de sabedoria e de confiança por meio da serenidade desse povo oriental que, mesmo sofrendo e sofrido, mantém a capacidade de acreditar na reconstrução e retomada da vida individual e coletiva.
Manter a serenidade em meio a uma tragédia sem proporções requer uma grande confiança não apenas em si, mas sobretudo, na existência de um Deus que tudo pode. E, portanto, nos dá condições para superar as adversidades, nos alertando ainda para a necessidade de uma mudança de rota se quisermos deixar alguma herança positiva para o futuro da humanidade.
Diante do terremoto, do tsunami e da ameaça nuclear que se abateu sobre o povo japonês cabem algumas perguntas: O que estamos esperando para rever nosso modo de pensar e agir no planeta Terra? Ainda nos consideramos semideuses, cuja vontade de dominar e submeter a natureza ofusca a nossa capacidade de perceber os próprios limites? Ou temos condições gerais para entender e desenvolver uma convivência de harmonia e troca com o Mundo e, de modo especial, com a natureza?
Se olharmos para o Japão de hoje, de agora, talvez nos seja possível acreditar que o ser humano ainda confia e mantém a esperança não só em Deus, mas em si mesmo, no esforço que pode fazer para construir um mundo novo, cujos valores superam o egoísmo e a ganância do ter para ser. Neste caso, o verbo a se conjugar inclui como pessoa central somos e não mais sou ou tenho. Afinal, essa é a lição que ainda estamos aprendendo e que pode se tornar a herança do futuro...
 Regina da Luz Vieira (Regiluz)

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Solidão não é...

Solidão não é a falta de gente para conversar, namorar, passear ou fazer sexo... Isto é carência.
Solidão não é o sentimento que experimentamos pela ausência de entes queridos que não podem mais voltar... Isto é saudade.
       Solidão não é o retiro voluntário que a gente se impõe, às vezes, para realinhar os pensamentos... Isto é equilíbrio.
       Solidão não é o claustro involuntário que o destino nos impõe compulsoriamente para que revejamos a nossa vida...    Isto é um princípio da natureza.
       Solidão não é o vazio de gente ao nosso lado... Isto é circunstância.
       Solidão é muito mais do que isto.
       Solidão é quando nos perdemos de nós mesmos e procuramos em vão pela nossa alma.... 


        Francisco Buarque de Holanda